« Só os poétas compreenderao a cidade como a residência do homem » Henri lefebvre.
Um passeio mental e poético na cidade, no meio do capao, no éspiritu de um piquenique!
Nós! Ser Urbanisado que a Natureza nunca deixou de acompanhar.
Ela, É culturas! raizes! sonhos! desejos!
Ela, É universal!
Poderiamos reencontram no símbolo, a origem comum da evidência ?
A simplicidade dos traços e dos materiais, o equilíbrio, o espaço, o relatório de escala, os desejo, a emoção, o respeito.
O saber! quem, num mundo globalizado, nós aproximan, na diversidade assim como na unidade, às imagens primordiais da nossa consciência humana perante a Natureza.
A cidade, o mundo urbano! deve ser o prolongamento da nossa consciência do mundo perante a Natureza que excede-nos, como diz Pierre Restany no seu Manifesto do Rio de Negro:
"O jornalismo,
mas transferido no domínio da sensibilidade pura, a informação sensível sobre a
natureza. Praticar esta disponibilidade em relação a natureza, é admitir a modéstia da percepção humana e os seus próprios limites, em relação qualquer que é um fim em si. Finalmente a natureza é, e excede-nos na percepção da sua própria duração. Mas no espaço-tempo da vida de um homem, a natureza é a medida da sua consciência e a sua sensibilidade.
Trata-se de lutar mais, contra a poluição subjectiva que opõe a poluição objectiva, a poluição dos sentidos e do cérebro, que a do ar ou da água”